Blog de apoio ao grupo Critical-MAC da unidade curricular de Multimédia e Arquitecturas Cognitivas do Programa Doutoral em Multimédia em Educação (UA)

26
Fev 10

Depois de ler o artigo "Of course it's True; I saw it on the Internet" de Leah Graham e Panagiotis Takis Metaxas, que descreve um estudo feito para avaliar:

1. how strongly do students rely on the internet for information?

2. what claims are students more likely to belive?

3. who is most susceptible to misleading claims?

as cinco questões (dirigidas aos alunos) de pesquisa na área da educação, saúde, informática e história são uma verdadeira delícia quanto aos resultados da acção de investigação.

Um exercício (ou parte dele), muito interessante, que pode ser dinamizado com os alunos.

 

Por outro lado ao ler o post publicado na EDUSOL sobre o SAPO campus (estão de olho em nós!)

SAPO campus: a social media campus and PLE for higher Education. Universidade de Aveiro 

(  http://edusol.info/es/bitacora/eraser/sapo-campus-social-media-campus-and-ple-higher-education-universidade-aveiro)

 

pensei será que  "Of course it´s True; I saw it on the Wiki UA"?

 


23
Fev 10

O trabalho realizado pelo grupo na área do pensamento crítico pode ser consultado em http://wiki.ua.sapo.pt/wiki/Pensamento_Cr%C3%ADtico


 


Depois de algum "pensamento crítico" sobre as indicações que têm sido postadas sobre a arquitectura da wiki, entendemos que a página principal deverá introduzir, conduzir e permitir o desenvolvimento continuado do tema em análise - Pensamento Crítico.


Depois optámos por criar nesta página de entrada um último tópico - Projectos sobre o Pensamento  Crítico que permite a inclusão de todos os projectos que se venham a realizar ou que estejam guardados na gaveta (e que devem agora enriquecer a wiki da UA). Deste modo cada projecto listado abre uma nova página, onde específicamente ficará decrito o mesmo.


 


Parece bem?


 


22
Fev 10

 


a leitura deste artigo “Critical thinking? You need knowledge” http://hnn.us/roundup/entries/116984.html de 2009, fez-me recordar, de modo análogo, as sucessivas reformas, acompanhamentos e ajustamentos que foram acontecendo ao longo dos anos, de modo particular no ensino da matemática. Quando comecei a leccionar, na década de 90 a “moda” era a resolução de problemas, depois veio a calculadora gráfica e o importante eram as actividades práticas de modelação. Entretanto com a vulgarização dos computadores a novidade era os programas dinâmicos e simuladores. Há cerca de 5 anos atrás, a minha escola tinha o primeiro quadro interactivo, hoje tem mais de 10 e todas as salas estão a ser preparadas para terem um, para além da instalação da fibra óptica.

Hoje, são os projectos de grupo.

Amanhã serão as redes a seguir realidade virtual e depois…depois…

[é melhor não fazer futurologia, corremos o risco de sermos mal compreendidos]

 

Contrariamente ao que é defendido no artigo pela autora Diane Ravitch, eu penso que é cada vez mais importante fomentar o pensamento crítico na comunidade educativa para que saibamos fazer uma gestão inteligente de tudo isto!


20
Fev 10

deixo ao grupo o artigo “Teaching critical thinking and problem solving skills” de Lisa G. Snyder e Mark J. Snyder (2008).


Nele os autores fazem inicialmente uma abordagem histórica ao conceito (pensamento crítico) e mostram a sua necessidade e importância.


Ao longo do artigo são analisadas as barreiras à implementação do PC e as modificações que devem acontecer na aplicação de conteúdos, processo de aprendizagem e nos métodos de avaliação para que PC passe a ser integrado no ensino. Finalizam o artigo com um resumo das estratégias e modelos implementados para o PC.


Há uma mensagem transversal ao artigo que desafia: o pensamento crítico só acontece (nas escolas) quando os professores deixarem de ver os seus alunos como “recipientes de informação” e passarem a vê-los como “utilizadores de informação”.


E nós o que vemos?


 


19
Fev 10

Neste artigo http://www.webpronews.com/blogtalk/2008/04/04/social-networking-leading-to-less-critical-thinking, o autor reflecte sobre a capacidade das redes sociais estimularem o pensamento crítico. Se por um lado fornecem respostas rápidas às nossas dúvidas, permitindo que dediquemos menos tempo a encontrar por nós próprios as respostas, por outro o processo de nos questionarmos e estarmos abertos a discutir e expor as nossas ideias é ele próprio uma forma de estimular o pensamento crítico.


  


18
Fev 10

Linda Elder e Richard Paul, em “The Art of Asking Essential Questions” (na tradução em espanhol, 2002) começam por dizer que “no es possible ser alguien que piensa bien y hace perguntas pobres”, na verdade quando questionamos e procuramos as respostas, (nós) estamos a pensar, mas...


          “la calidad de nuestro pensamiento está en la calidad de nuestras preguntas”!


 


 


17
Fev 10

Há um blog muito interessante de dois investigadores relevantes na área do pensamento crítico cá em Portugal (http://blogs.ua.pt/ctspc/?cat=10) onde se encontram publicações e, acima de tudo, reflexões e discussões interessantes sobre o pensamento crítico (PC) e o ensino CTS. Destaco uma lista de sites e blogs sobre pensamento crítico para enriquecer o nosso trabalho:



Projecto Ockham - http://www.projetoockham.org/index.php


Pensamento Crítico:  Analisar, construir e avaliar ideias -http://www.pensamentocritico.com/


Filosofia e Educação - http://www.filedu.com/pensamentocritico.html


Disciplinas de Ensino Superior sobre Pensamento Crítico -

http://ssdi.di.fct.unl.pt/pc       http://www.canberra.edu.au/studyskills/learning/critical


Crítica, incluindo do “Ensino da filosofia (e ensino em geral)”  - http://criticanarede.com


Comunidade de Língua Inglesa sobre Pensamento Crítico -http://www.criticalthinking.org/


Centro de Investigação em pensamento Crítico - http://www1.uea.ac.uk/cm/home/schools/hum/philosophy


Recursos para pais e professores sobre Pensamento Crítico - http://www.criticalthinking.com/index.jsp


CourseWare sobre Pensamento Crítico, Lógica e Criatividade -http://philosophy.hku.hk/think/


Pensamento Crítico na web - http://www.criticalthinking.net/


As capacidades de Pensamento Crítico na Educação e na Vida - http://www.asa3.org/ASA/education/think/critical.htm


Guia Inglês sobre o Pensamento Crítico - http://www.criticalthinking.org.uk/


Pensamento Crítico e Capacidades de Resolução de Problemas - http://falcon.jmu.edu/~ramseyil/critical.htm



 


16
Fev 10

 


A reunião de hoje foi realizada através do Skype onde foi discutida uma abordagem inicial à realização do projecto. Trocámos vários artigos e links de interesse para o trabalho. Como a wiki ainda não está disponível começámos por partilhar um documento no Google Docs com os principais pontos a incluir na estrutura do relatório. Foi marcada uma nova reunião no Skype para amanhã pelas 21:30.

15
Fev 10

A comunidade online CriticalThinking  em http://www.criticalthinking.org/index.cfm contém informação relevante para a estruturação e análise do problema.


 


Também a apresentação no slideshare de Zaid A. Alsagoff é bastante esclarecedora na abordagem do tema http://www.slideshare.net/zaid/introduction-to-critical-thinking


 


 


 


14
Fev 10

Algumas ideias sobre o relatório “Digital participation, digital literacy, and schools subjects” (2009) de Cassie Hague e Ben Williamson, Futurelab.


Os autores começam por clarificar a importância de ser um “digital participation” num mundo digital emergente aos vários níveis: social, cultural, político e económico. Assim, defendem que se o currículo é um conjunto de competências, conhecimentos e valores/atitudes que preparam os jovens para uma vida activa (pessoal e social) então devemos entender que o currículo deverá, também, responder aos desafios e oportunidades que os media digital oferecem. Isto significa que a escola deverá preocupar-se com a “digital literacy” condição indispensável para a “digital participation”.


Em seguida é feita a exploração do conceito “digital literacy” que se resume:


« digital literacy means knowing how technology and media affect the ways in which we go about finding things out, communicating with one another, and gaining knowledge and understanding. And it also means understanding how technologies and media can shape and influence the ways in which school subjects can be taught and learnt».


Já na secção digital literacy e school subjects apresentam um modelo conceptual para a literacia digital nas escolas e sugerem um quadro de competências para o século xxi:


·         Competências para aprendizagem e inovação


ü  Criacreativity and innovation


ü  Critical thinking and problem solving


ü  Communication and collaboration


·         Competências para informação, tecnologia e media


ü  Information literacy


ü  Media lietracy


ü  ICT literacy


·         Competências para carreira e vida


ü  Flexibility and adaptability


ü  Iniciative and self-direction


ü  Social and cross-cultural skills


ü  Productivity and accountability


ü  Leadership and responsability


No relatório é defendida a ideia de que, através das reformas políticas e outros projectos na UK, a escola deverá assumir-se como componente minimizadora da “participation gap” – expressão que designa as assimetrias no acesso às TIC e na oportunidade que estas representam para a “digital participation”. Deste modo a escola deverá assegurar a “digital inclusion” não só no acesso à tecnologia como também deverá fomentar a “digital literacy” focalizada na “digital participation” dos jovens alunos.


Na última secção – developing the educational vision for digital participation, é analisada um conjunto de literatura e pesquisas recentes que têm procurado dar resposta à questão de como os jovens podem ser preparados para a aprender, viver e trabalhar no contexto do desenvolvimento tecnológico e à adaptação social a que estes desenvolvimentos concorrem.


«… being included as a digital participant means not only having access to technology and knowing how to use it; it also means knowing about technology, its origins and the political economy of digital media production. This requires young people to recognize that computers, video games, websites and social networking sites, for example, are not neutral tools but instead are owned and produced and many exhibit particular biases and represent particular interests».


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