Blog de apoio ao grupo Critical-MAC da unidade curricular de Multimédia e Arquitecturas Cognitivas do Programa Doutoral em Multimédia em Educação (UA)

26
Mar 10

 





 



Deixo aqui alguns links de periódicos sobre metodologias de investigação em ciências sociais ;)


International Journal of Qualitative Methods -http://ejournals.library.ualberta.ca/index.php/IJQM/issue/archive


American Educational Research Journal - http://www.aera.net/publications/?id=315


International Journal of Qualitative Studies in Education -http://www.tandf.co.uk/journals/tf/09518398.html


International Journal of Social Research Methodology -http://www.tandf.co.uk/journals/tf/13645579.html


Cultural Studies <=> Critical Methodologies - http://www.sagepub.com/journalsProdDesc.nav?prodId=Journal201379


Discourse Studies: Na interdisciplinary Journal for the Study of Text and Talk - http://www.sagepub.com/journalsProdDesc.nav?prodId=Journal200865


Educational Action Research - http://www.tandf.co.uk/journals/titles/09650792.asp


Educational Insights (Centre for the study of Curriculum & Instruction; University of British Columbia) [online] - http://ccfi.educ.ubc.ca/publication/insights/index.html


Educational Researcher (American Educational Research Association) - http://edr.sagepub.com/


Ethnography - http://eth.sagepub.com/


Comparative Educations Review - http://www.journals.uchicago.edu/toc/cer/current?cookieSet=1


 


24
Mar 10

Seria "eficaz" que existisse um esquema linear e hierarquizado sobre a organização das diferentes técnicas e instrumentos no sentido de tornar mais simples e objectivo a organização e desenvolvimento da nossa temática. Contudo, estamos a falar sobre investigação em ciências humanas…


Basta algumas leituras sobre metodologias de investigação em educação para chegar a conclusão de que não existe um consenso entre os autores sobre uma organização estruturada relativa às técnicas e instrumentos de investigação. As diversas técnicas podem variar de acordo com o seu carácter epistemológico (qualitativo, quantitativo ou misto) ou tecnicista, quando se refere ao processo de recolha, tratamento e análise dos dados.


O certo é que tudo gira em torno da questão de investigação. A natureza da questão é que define as técnicas e os instrumentos (Tuckman, 2000). Diante desta dependência da questão, bem como das diferentes visões/interpretações dos autores, faz-se claro assumir uma posição não-linear na nossa organização.


Portanto, esta fase de delineamento de uma estrutura para apresentarmos as técnicas e instrumentos de investigação está a exigir um grande esforço de sitematização e de fundamentação dos conteúdos.


Pensando em trabalhar uma organização mais sistémica das técnicas e instrumentos na wiki, questiono-me sobre como fazer com que os leitores percebam esta complexidade das inter-relações.


Fica aqui um desafio ;) 


Ticiana


 


22
Mar 10

Dando início à nova UC Metodologias de Investigação em Educação, o grupo Critical MAC está a trabalhar sobre as “técnicas e instrumentos de investigação”. Nesta fase inicial contamos com o apoio da ferramenta Googledocs para o trabalho colaborativo, para depois avançarmos com a wiki já com uma estrutura mais organizada, desenvolvida e fundamentada. Pretendemos focar a primeira semana de trabalho sobre as técnicas, a segunda sobre os instrumentos, e na terceira semana aprofundar os conteúdos e preparar a “tertúlia activa”.


Bom trabalho a todos!


 


17
Mar 10

 


A participação no blog não foi muito constante ao longo da realização dos projectos, na minha opinião pelos limites temporais estabelecidos onde uma ferramenta deste tipo não apresenta a fluidez duma síncrona. Claro que se tivéssemos pelo menos um semestre completo, as opiniões poderiam ser melhor exploradas e possivelmente haver até mais participação externa. Assim, este blog não representa uma grande parte do trabalho desenvolvido pelo grupo, o que poderia melhorar a informação disponível para futuros projectos.

Avaliar é uma tarefa complexa e por isso tem sido uma preocupação constante por parte de todos aqueles que a têm de executar nos mais variados contextos. Não existem modelos perfeitos de avaliação nem por acaso nenhuma avaliação será justa.


Na tentativa de corrigir alguns desvios de participação nos blogs (conscientes ou não) no espaço de tempo calendarizado para a UC (pensando em 7 de Março) negociou-se uma nova proposta de avaliação à UC de MAC que mediada pelo diálogo síncrono e assíncrono foi adoptada por todos.


Contudo, hoje, depois do trabalho administrativo da contagem de post, sou da opinião que seria mais interessante analisar a regularidade do que a frequência. Seria muito mais perceptível e proveitoso se nos sentássemos à mesa, à velha moda antiga, para discutir e reflectir sobre o que queremos fazer. Se houve ou não corrida aos posts, se houve ou não caça às pepitas, se houve ou não … fica ao critério de cada um!


Confesso a minha falta de paciência em reescrever o que está escrito, em reafirmar o que está dito! Afinal o devia ser de carácter livre passou a ser obrigatório, o que devia ser autêntico passou a ser uma falsidade e o que devia ser limitado passou a ser dilatado.


É como o velho ditado diz: “cada um puxa a brasa à sua sardinha”.


Recordo-me que uma das observações feitas na apresentação da proposta de intervenção do grupo Critical Mac era a de que a avaliação não deve se pensada no fim do processo sob pena de se enviesarem ou inviabilizarem objectivos do próprio trabalho.


Pensando assim, eu falhei, nós falhámos. Mas, então, porque não o fiz(emos)?


Uma lição vivida: “In business as in life – you don´t get what you deserve, you get what you negotiate”    ( Chester L. Karrass)


Fizemos um bom “negócio”?


 


15
Mar 10

 

Olá, boa tarde.
Estive a ver os últimos comentário no mundomac em http://mundomac.blogs.ua.sapo.pt/2223.html e coloquei duas questões sobre a avaliação.
Querem sugerir uma data e hora para reunirmos e analisarmos a avaliação em geral e em particular a do grupo farmschool 2.0, que deve ser entregue até dia 18 às 24h?
Cumprimentos.

07
Mar 10

Aqui fica a apresentação do Grupo Critical-MAC.



06
Mar 10

Estive a ler os últimos post dos colegas do blog WE.


Concordo na generalidade, que os blogs do campus sapo na UC MAC tiveram um papel mais visível na dinâmica inicial dos trabalhos da disciplina, nomeadamente na troca de informação, links, perspectivas do tema... o facto é que para desenvolver o projecto de intervenção, a discussão tem que passar a ser síncrona (e de várias horas) para concluir e responder nos timings que nos são dados.


Permitam-me dizer que desenhar e edificar um projecto de intervenção em 3 semanas é obra. Sinto-me sempre gratificada pelo trabalho e esforço quando ouço da parte do Professores: "Parabéns pelo vosso trabalho", mas depressa se enévoa a clareza de ideias... e se não fosse mesmo esta ambição de querer aprender mais e gerir de uma forma minuciosa o tempo entre o emprego, a família e este projecto pessoal de formação, por certo não teria chegado aqui!


Há uns anos atrás "tropecei" nesta frase de Paulo Coelho:


 


" when you want something, all the universe conspires in helping you to achieve it" 


 


                                                                                                                                                          ...a todos nós


 


 


 


01
Mar 10

"...that those in power sometimes fear the effects that those who can think critically about moral, social, economic and political issues." (Bowell & Kemp, 2004:4)


Uma interessante reflexão que os investigadores apresentam e que argumenta a importância do desenvolvimento das capacidades do Pensamento Crítico (PC) na sociedade actual, de forma a permitir um exercício pleno da cidadania. 

Inúmeras e crescentes investigações na área, como a de Moon (2009), vêm a ressaltar a importância de se educar para o Pensamento Crítico. Contudo, investigações actuais indicam que o PC ainda é pouco desenvolvido e valorizado na educação (Tenreiro-Vieira, 2006). Perante esta situação, questiono-me o que falta para o PC se tornar uma realidade no processo de ensino e aprendizagem? Até que ponto estamos permeados por este “medo dos que estão no poder”? 

Este medo, quando traduzido em interesse político e económico, preocupa-me ainda mais ao pensar no contexto educativo dos países com profundos problemas sociais, económicos e políticos… Numa realidade onde o Poder tem interesse em manter a maioria da população acrítica, geralmente manipulada pela famosa “política do pão e circo”, nestes casos, o que se pode fazer para que o sistema educativo passe a valorizar e implementar competências para o Pensamento Crítico? Como quebrar este ciclo? Como intervir?

Se for esta uma grande barreira para a promoção do PC na educação, principalmente nos países ditos “menos desenvolvidos”, como será possível ultrapassar os interesses políticos e económicos uma vez que sabemos que estes imperam na sociedade actual?

Ressalto que estes questionamentos não reflectem pessimismo, mas sim um olhar crítico para a realidade, ou melhor, para diferentes realidades…

Março 2010
Dom
Seg
Ter
Qua
Qui
Sex
Sab

1
2
3
4
5
6

7
8
9
10
11
12
13

14
16
18
19
20

21
23
25
27

28
29
30
31


subscrever feeds
arquivos
pesquisar
 
blogs SAPO