Blog de apoio ao grupo Critical-MAC da unidade curricular de Multimédia e Arquitecturas Cognitivas do Programa Doutoral em Multimédia em Educação (UA)

14
Fev 10

Algumas ideias sobre o relatório “Digital participation, digital literacy, and schools subjects” (2009) de Cassie Hague e Ben Williamson, Futurelab.


Os autores começam por clarificar a importância de ser um “digital participation” num mundo digital emergente aos vários níveis: social, cultural, político e económico. Assim, defendem que se o currículo é um conjunto de competências, conhecimentos e valores/atitudes que preparam os jovens para uma vida activa (pessoal e social) então devemos entender que o currículo deverá, também, responder aos desafios e oportunidades que os media digital oferecem. Isto significa que a escola deverá preocupar-se com a “digital literacy” condição indispensável para a “digital participation”.


Em seguida é feita a exploração do conceito “digital literacy” que se resume:


« digital literacy means knowing how technology and media affect the ways in which we go about finding things out, communicating with one another, and gaining knowledge and understanding. And it also means understanding how technologies and media can shape and influence the ways in which school subjects can be taught and learnt».


Já na secção digital literacy e school subjects apresentam um modelo conceptual para a literacia digital nas escolas e sugerem um quadro de competências para o século xxi:


·         Competências para aprendizagem e inovação


ü  Criacreativity and innovation


ü  Critical thinking and problem solving


ü  Communication and collaboration


·         Competências para informação, tecnologia e media


ü  Information literacy


ü  Media lietracy


ü  ICT literacy


·         Competências para carreira e vida


ü  Flexibility and adaptability


ü  Iniciative and self-direction


ü  Social and cross-cultural skills


ü  Productivity and accountability


ü  Leadership and responsability


No relatório é defendida a ideia de que, através das reformas políticas e outros projectos na UK, a escola deverá assumir-se como componente minimizadora da “participation gap” – expressão que designa as assimetrias no acesso às TIC e na oportunidade que estas representam para a “digital participation”. Deste modo a escola deverá assegurar a “digital inclusion” não só no acesso à tecnologia como também deverá fomentar a “digital literacy” focalizada na “digital participation” dos jovens alunos.


Na última secção – developing the educational vision for digital participation, é analisada um conjunto de literatura e pesquisas recentes que têm procurado dar resposta à questão de como os jovens podem ser preparados para a aprender, viver e trabalhar no contexto do desenvolvimento tecnológico e à adaptação social a que estes desenvolvimentos concorrem.


«… being included as a digital participant means not only having access to technology and knowing how to use it; it also means knowing about technology, its origins and the political economy of digital media production. This requires young people to recognize that computers, video games, websites and social networking sites, for example, are not neutral tools but instead are owned and produced and many exhibit particular biases and represent particular interests».


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