Blog de apoio ao grupo Critical-MAC da unidade curricular de Multimédia e Arquitecturas Cognitivas do Programa Doutoral em Multimédia em Educação (UA)

22
Mar 10

Dando início à nova UC Metodologias de Investigação em Educação, o grupo Critical MAC está a trabalhar sobre as “técnicas e instrumentos de investigação”. Nesta fase inicial contamos com o apoio da ferramenta Googledocs para o trabalho colaborativo, para depois avançarmos com a wiki já com uma estrutura mais organizada, desenvolvida e fundamentada. Pretendemos focar a primeira semana de trabalho sobre as técnicas, a segunda sobre os instrumentos, e na terceira semana aprofundar os conteúdos e preparar a “tertúlia activa”.


Bom trabalho a todos!


 


17
Mar 10

 


A participação no blog não foi muito constante ao longo da realização dos projectos, na minha opinião pelos limites temporais estabelecidos onde uma ferramenta deste tipo não apresenta a fluidez duma síncrona. Claro que se tivéssemos pelo menos um semestre completo, as opiniões poderiam ser melhor exploradas e possivelmente haver até mais participação externa. Assim, este blog não representa uma grande parte do trabalho desenvolvido pelo grupo, o que poderia melhorar a informação disponível para futuros projectos.

Avaliar é uma tarefa complexa e por isso tem sido uma preocupação constante por parte de todos aqueles que a têm de executar nos mais variados contextos. Não existem modelos perfeitos de avaliação nem por acaso nenhuma avaliação será justa.


Na tentativa de corrigir alguns desvios de participação nos blogs (conscientes ou não) no espaço de tempo calendarizado para a UC (pensando em 7 de Março) negociou-se uma nova proposta de avaliação à UC de MAC que mediada pelo diálogo síncrono e assíncrono foi adoptada por todos.


Contudo, hoje, depois do trabalho administrativo da contagem de post, sou da opinião que seria mais interessante analisar a regularidade do que a frequência. Seria muito mais perceptível e proveitoso se nos sentássemos à mesa, à velha moda antiga, para discutir e reflectir sobre o que queremos fazer. Se houve ou não corrida aos posts, se houve ou não caça às pepitas, se houve ou não … fica ao critério de cada um!


Confesso a minha falta de paciência em reescrever o que está escrito, em reafirmar o que está dito! Afinal o devia ser de carácter livre passou a ser obrigatório, o que devia ser autêntico passou a ser uma falsidade e o que devia ser limitado passou a ser dilatado.


É como o velho ditado diz: “cada um puxa a brasa à sua sardinha”.


Recordo-me que uma das observações feitas na apresentação da proposta de intervenção do grupo Critical Mac era a de que a avaliação não deve se pensada no fim do processo sob pena de se enviesarem ou inviabilizarem objectivos do próprio trabalho.


Pensando assim, eu falhei, nós falhámos. Mas, então, porque não o fiz(emos)?


Uma lição vivida: “In business as in life – you don´t get what you deserve, you get what you negotiate”    ( Chester L. Karrass)


Fizemos um bom “negócio”?


 


15
Mar 10

 

Olá, boa tarde.
Estive a ver os últimos comentário no mundomac em http://mundomac.blogs.ua.sapo.pt/2223.html e coloquei duas questões sobre a avaliação.
Querem sugerir uma data e hora para reunirmos e analisarmos a avaliação em geral e em particular a do grupo farmschool 2.0, que deve ser entregue até dia 18 às 24h?
Cumprimentos.

07
Mar 10

Aqui fica a apresentação do Grupo Critical-MAC.



06
Mar 10

Estive a ler os últimos post dos colegas do blog WE.


Concordo na generalidade, que os blogs do campus sapo na UC MAC tiveram um papel mais visível na dinâmica inicial dos trabalhos da disciplina, nomeadamente na troca de informação, links, perspectivas do tema... o facto é que para desenvolver o projecto de intervenção, a discussão tem que passar a ser síncrona (e de várias horas) para concluir e responder nos timings que nos são dados.


Permitam-me dizer que desenhar e edificar um projecto de intervenção em 3 semanas é obra. Sinto-me sempre gratificada pelo trabalho e esforço quando ouço da parte do Professores: "Parabéns pelo vosso trabalho", mas depressa se enévoa a clareza de ideias... e se não fosse mesmo esta ambição de querer aprender mais e gerir de uma forma minuciosa o tempo entre o emprego, a família e este projecto pessoal de formação, por certo não teria chegado aqui!


Há uns anos atrás "tropecei" nesta frase de Paulo Coelho:


 


" when you want something, all the universe conspires in helping you to achieve it" 


 


                                                                                                                                                          ...a todos nós


 


 


 


01
Mar 10

"...that those in power sometimes fear the effects that those who can think critically about moral, social, economic and political issues." (Bowell & Kemp, 2004:4)


Uma interessante reflexão que os investigadores apresentam e que argumenta a importância do desenvolvimento das capacidades do Pensamento Crítico (PC) na sociedade actual, de forma a permitir um exercício pleno da cidadania. 

Inúmeras e crescentes investigações na área, como a de Moon (2009), vêm a ressaltar a importância de se educar para o Pensamento Crítico. Contudo, investigações actuais indicam que o PC ainda é pouco desenvolvido e valorizado na educação (Tenreiro-Vieira, 2006). Perante esta situação, questiono-me o que falta para o PC se tornar uma realidade no processo de ensino e aprendizagem? Até que ponto estamos permeados por este “medo dos que estão no poder”? 

Este medo, quando traduzido em interesse político e económico, preocupa-me ainda mais ao pensar no contexto educativo dos países com profundos problemas sociais, económicos e políticos… Numa realidade onde o Poder tem interesse em manter a maioria da população acrítica, geralmente manipulada pela famosa “política do pão e circo”, nestes casos, o que se pode fazer para que o sistema educativo passe a valorizar e implementar competências para o Pensamento Crítico? Como quebrar este ciclo? Como intervir?

Se for esta uma grande barreira para a promoção do PC na educação, principalmente nos países ditos “menos desenvolvidos”, como será possível ultrapassar os interesses políticos e económicos uma vez que sabemos que estes imperam na sociedade actual?

Ressalto que estes questionamentos não reflectem pessimismo, mas sim um olhar crítico para a realidade, ou melhor, para diferentes realidades…

26
Fev 10

Depois de ler o artigo "Of course it's True; I saw it on the Internet" de Leah Graham e Panagiotis Takis Metaxas, que descreve um estudo feito para avaliar:

1. how strongly do students rely on the internet for information?

2. what claims are students more likely to belive?

3. who is most susceptible to misleading claims?

as cinco questões (dirigidas aos alunos) de pesquisa na área da educação, saúde, informática e história são uma verdadeira delícia quanto aos resultados da acção de investigação.

Um exercício (ou parte dele), muito interessante, que pode ser dinamizado com os alunos.

 

Por outro lado ao ler o post publicado na EDUSOL sobre o SAPO campus (estão de olho em nós!)

SAPO campus: a social media campus and PLE for higher Education. Universidade de Aveiro 

(  http://edusol.info/es/bitacora/eraser/sapo-campus-social-media-campus-and-ple-higher-education-universidade-aveiro)

 

pensei será que  "Of course it´s True; I saw it on the Wiki UA"?

 


23
Fev 10

O trabalho realizado pelo grupo na área do pensamento crítico pode ser consultado em http://wiki.ua.sapo.pt/wiki/Pensamento_Cr%C3%ADtico


 


Depois de algum "pensamento crítico" sobre as indicações que têm sido postadas sobre a arquitectura da wiki, entendemos que a página principal deverá introduzir, conduzir e permitir o desenvolvimento continuado do tema em análise - Pensamento Crítico.


Depois optámos por criar nesta página de entrada um último tópico - Projectos sobre o Pensamento  Crítico que permite a inclusão de todos os projectos que se venham a realizar ou que estejam guardados na gaveta (e que devem agora enriquecer a wiki da UA). Deste modo cada projecto listado abre uma nova página, onde específicamente ficará decrito o mesmo.


 


Parece bem?


 


22
Fev 10

 


a leitura deste artigo “Critical thinking? You need knowledge” http://hnn.us/roundup/entries/116984.html de 2009, fez-me recordar, de modo análogo, as sucessivas reformas, acompanhamentos e ajustamentos que foram acontecendo ao longo dos anos, de modo particular no ensino da matemática. Quando comecei a leccionar, na década de 90 a “moda” era a resolução de problemas, depois veio a calculadora gráfica e o importante eram as actividades práticas de modelação. Entretanto com a vulgarização dos computadores a novidade era os programas dinâmicos e simuladores. Há cerca de 5 anos atrás, a minha escola tinha o primeiro quadro interactivo, hoje tem mais de 10 e todas as salas estão a ser preparadas para terem um, para além da instalação da fibra óptica.

Hoje, são os projectos de grupo.

Amanhã serão as redes a seguir realidade virtual e depois…depois…

[é melhor não fazer futurologia, corremos o risco de sermos mal compreendidos]

 

Contrariamente ao que é defendido no artigo pela autora Diane Ravitch, eu penso que é cada vez mais importante fomentar o pensamento crítico na comunidade educativa para que saibamos fazer uma gestão inteligente de tudo isto!


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